GLOW – Pausa pra Netflix

Olá! Hoje vou falar da série Glow, que estreiou essa semana. Eu seei que esse post normalmente rola na sexta, mas essa semana tem mais de uma série pra falar então..

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Glow conta a história da criação do programa de luta livre feminino Glow, transmitido nos anos 80. O show original teve 4 temporadas e foi cancelado no meio da quinta por questões comerciais, embora fosse um sucesso. Nós vamos acompanhar todos os problemas dessas 14 mulheres dentro e fora do ringue até o dia da gravação da primeira temporada.

Isso significa basicamente que se a Netflix quiser dá pra fazer mais quatro. Basicamente.

Nós acompanhamos a história pelo ponto de vista de Ruth. O que é meio esquisito, já que ela é uma heroína muitíssimo ambígua. Ela começa o show tendo dormido com o marido da melhor amiga. Ela entra no programa só por quê é o único lugar que pode vir a contratá-la. Por outro lado, ela é cheia das coisas da protagonista boazinha. Tipo um espírito de liderança e uma auto-estima invejáveis (as vezes nem tanto).

GLOW

Eu me vi em uma situação de amor e ódio. Por um lado, a série está impecávelmente bem feita. As partes que se destacam pra mim são: a direção de arte. Essa é claramente a série mais anos 80 desde 1990. Sérião. Tudo é muuuito anos 80. Até demais as vezes; E a trilha sonora. Todas músicas divertidas, populares e que devem ter custado uma fortuna em direitos autorais. Você acaba a série querendo baixar todas, não tem jeito. Por outro, não era nada do que eu esperava. Sei lá se foi falta de pesquisa minha, mas eu achei que a série seria completamente outra coisa. As moças só começam a lutar de fato bem depois do meio da série, e eu só vi gliter no último episódio.

Se existe alguma coisa pra reclamar, acho que é o roteiro. Ele precisava ter sido melhor enxugado. Uma coisa de planejamento mesmo. Tem vários episódios em que quase nada acontece, aí de repente a coisa vira uma novela mexicana que eu fiquei chocada. A série conseguiu sim me deixar curiosa até o final, mas tem aquela coisa deu assitir tudo que é série que aparece e não me sentir bem largando no meio. Até por que eram só 10 ep de meia hora.

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Acho legal comentar que muitas das lutadoras que aparecem nesse programa são lutadoras de verdade, inclusive uma das “protagonistas” (da galera do núcleo principal). E sim, apesar de terem 14 lutadoras, não tem como não fugir de protagonistas. Aliás, um pequeno problema com as protagonistas. Por que assim: tem A protagonista, que é a Ruth, e A antagonista, que é a Debbie. Mas elas estão no meio de 12 outras mulheres que acontecem de ter a personalidade muito mais interessante do que a das duas. Juntas. Do 4 episódio pra frente eu queria saber muito mais das outras lutadoras, que eram muito mais interessantes e tinham suas peculiaridades. Pelo menos isso significa que o núcleo principal está todo bem desenvolvido, o que é sempre uma vantagem.

A sére foi produzida pela mesma galera de Orange is the New Black, e isso é muuito nítido. Pelo menos pra mim que assiti só o iníco de OitNB. Inlfezmete a Netflix fez quase que zero propaganda, então não sei dizer se temos previsão de segunda temporada. Mas o rotten tomatoes ADOROU.

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