Review: Drácula – A História Nunca Contada

E ai gente, tudo bem? Eu meio que esqueci de fazer a review do filme do Drácula desse ano. Bom, se tem alguma vantagem, agora com certeza todo mundo já viu 🙂

Pra você lembrar, a história é a seguinte:

*SPOILER ALERT, TÁ?

É a história da figura histórica que inspirou a criação de Drácula, mas com um up: Vlad é o Príncipe Empalador e está numa crise de consciência pelo que fez. Aí o reino dele vai ser atacado por um exercito ridiculamente maior. Ele descobre um vampiro e o cara diz que transforma Vlad, e explica que se Vlad beber sangue nos próximos 3 dias vira um vampiro. Se não tomar, ta de boa. Aí o Vlad tá lá derrotando um exército gigante sozinho no maior conflito interno. No fim das contas a esposa dele morre e ele vira um vampiro pra ir atrás do cara que matou ela. Ele faz um pequeno exército de vampiros e vai. Só que esse povo se empolga e no fim tem 2i309909034893 vampiros e só o filho de Vlad humano. Aí uns monges vão e salvam o menino.

Vamo lá: O filme é todo lindo e maravilhoso esteticamente. Tem uma fotografia bacana, e os efeitos são interessantes. A transformação do Vlad em vampiro é muito bem feita. Lembrando que eu falo isso como uma enorme vantagem, visto o tanto de filme hoje em dia que tem o dinheiro pra computação gráfica mas não tem a equipe. A galera de Drácula tá de parabéns. Queria destacar aqui as cenas em que Vlad chama os morcegos e se mistura a eles. Elas ficaram muito bem feitas e parecem orgânicas.  A direção de arte também ficou muito boa. As armaduras são muito bem feitas e a caracterização dos aldeões também é boa. 

Pra mim, o elenco foi muito bem escolhido, não que este filme dependa de muitas atuações brilhantes. Art Parkinson e Sarah Gadon (mãe e filho) fazem seus papéis muito bem, muito embora o papel dela não exija lá muita coisa. As cenas que o menino aparece são sempre muito interessantes e ele chama bastante atenção. Agora, Luke Evans (Vlad) tá muito bom. O fato dele ser bem bonito chega a ser sem importância. É possível perceber as sutilezas na mudança de expressão vindas do conflito interno de Vlad. Claro, não vamos esquecer que esse filme não exige lá muita coisa.

Agora, se tem uma coisa que me incomoda aqui, essa coisa é o roteiro. Por que assim, tudo bem querer humanizar o Vlad e aproximar o público dele. Mas que mimimi é esse dele ser bonzinho pelamordedeus? Não tá certo isso gente. Eu aqui, inocentemente achando que eles iam explorar o Vlad em toda sua glória e aí… Meh. Quer dizer, não que eu ache que pro vampiro ser legal ele tem que ser mal (até por que, Louis da Anne Rice, né gente) mas poxa vida. Ele fez tudo que fez pela família e pelo seu povo. E só. Mimimi. Achei que o personagem ficou humano demais. Aí você não sabe se ele é mal, se ele não é, se ele sente saudade de ser O Empalador ou não… Ai, sei lá viu. Além disso, a história é bastante previsível, tirando ali um detalhe ou outro. Tiveram momentos em que eu de fato consegui entrar dentro da história e foi bem legal, mas duvido que esse será um filme lembrado no futuro.

Recomendo que assistam sim, mas de maneira leve e despretensiosa.

E vocês, já viram? O que acharam? Comentem aqui embaixo!

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